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Salmos 141

Almeida Corrigida Fiel Online (2011)

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1 Senhor, a ti clamo, apressa-te a mim; inclina os teus ouvidos à minha voz, quando a ti clamar.
2 Suba a minha oração perante a tua face como incenso, e as minhas mãos levantadas sejam como o sacrifício da tarde.
3 Põe, ó Senhor, uma guarda à minha boca; guarda a porta dos meus lábios.
4 Não inclines o meu coração a coisas más, a praticar obras más, com aqueles que praticam a iniquidade; e não coma das suas delícias.
5 Fira-me o justo, será isso uma benignidade; e repreenda-me, será um excelente óleo, que não me quebrará a cabeça; pois a minha oração também ainda continuará nas suas próprias calamidades.
6 Quando os seus juízes forem derrubados pelos lados da rocha, ouvirão as minhas palavras, pois são agradáveis.
7 Os nossos ossos são espalhados à boca da sepultura como se alguém fendera e partira lenha na terra.
8 Mas os meus olhos te contemplam, ó Deus o Senhor; em ti confio; não desnudes a minha alma.
9 Guarda-me dos laços que me armaram; e dos laços corrediços dos que praticam a iniquidade.
10 Caiam os ímpios nas suas próprias redes, até que eu tenha escapado inteiramente.

📖 Estudo: Salmos 141

Resumo:
Uma oração de Davi pedindo que suas palavras e pensamentos sejam guardados. Ele suplica para que não se incline para o mal e prefere a repreensão do justo ao lisonjeio do ímpio. É um salmo sobre manter a integridade sob pressão.
Lições:
1. Guarda da Língua: A oração Põe uma guarda à minha boca ensina que o domínio próprio começa no falar.
2. Oração como Incenso: O salmista deseja que sua oração suba a Deus com a mesma aceitação dos sacrifícios do templo.
3. Discernimento: É melhor receber a correção de um justo (que é como óleo precioso) do que participar dos banquetes dos malfeitores.

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